sábado, 25 de abril de 2020

Origem das palavras

Pensando  nas palavras e por que são tão importantes em nossas vidas...
Existem outros meios de comunicar - a dança, as artes visuais, a música instrumental, a linguagem corporal, dentre talvez mais alguns. Mas por um motivo ou outro, a palavra é o mais efetivo, com resultados mais precisos e, curiosamente, pode servir como escudo, protegendo os verdadeiros sentimentos e intenções de quem fala ou escreve. 
A palavra acontece quando unimos um som a um significado. Mas você já tentou descobrir onde as primeiras palavras foram ditas? 
Na verdade, a origem exata das palavras é apenas estimada, por tratar-se de um conhecimento dependente dos registros escritos de povos antigos, levando em conta que, quando surgiu a escrita, a linguagem oral já estava bem corrente.
Presume-se que as primeiras palavras e, portanto, as línguas mais antigas de que se tem conhecimento são o sumério (falada na região da Mesopotâmia, atual Iraque) e o egípcio, ambas faladas já no ano aproximado de 3.000 a.C.. A China daria sua contribuição, tendo seu idioma falado por volta de 2.000 a.C.. Sumérios e egípcios escreviam em pedra e os chineses, em cascos de tartaruga.

Consulta feita em "Autochtones Langues" - Charles Berlitz




quarta-feira, 22 de abril de 2020

Meus favoritos

Alguns livros são tão bons que leio a vida toda... Pode parecer que perde a novidade, mas a cada leitura faço novas descobertas e tenho insights que guiam-me por detalhes antes desapercebidos.
Meus preferidos de todos os tempos são (sem ordem de preferência, para não dificultar):


Sitrefesp parabeniza os 18 treinadores campeões estaduais pelo país
    • "O Morro dos Ventos Uivantes", de Emily Brontë;
    • "Cem Anos de Solidão", de Gabriel García Marquez;
    • "Eva Luna", de Isabel Allende;
    • "A Rua das Ilusões Perdidas", de John Steinbeck;
    • "A Festa do Bode", de Mario Vargas Llosa;
    • "O Amor nos Tempos do Cólera", de Gabriel García Marques;
    • "Os astronautas da cosmopista", de Júlio Cortázar.


    sexta-feira, 17 de abril de 2020

    Tom Waits. Waltzing Matilda


    Tom Waits - muito amor por esse cara! Uma voz dessa e mais nada seria necessário - mas não é só a voz, é todo o jeitão boêmio/underground em suas canções e seus shows, as letras às vezes simples, outras intrigantes, que contam estórias de andarilhos, vagabundos, fracassados e também gente como a gente, em sonoridades em que blues, folk, um tanto jazz e de rock andam mescladas de maneira sublime.

    Dia 23


    Do dia em que tudo parou,
    parece que nem lembro mais.
    Vazio... que invade o corpo
    e acostuma ao silêncio,
    efêmera saída de minutos:
    viajo e passeio em mim.

    Alessandra A.G.

    segunda-feira, 13 de abril de 2020

    Por quê o blog?

    A ideia de criar um blog não é muito recente, até porque amo escrever, mas depois de anos sem a prática da escrita por falta de tempo e, confesso, muito mais de coragem, parecia que ficaria somente no mundo das ideias mesmo... Até que chegou o isolamento social causado pelo coronavírus e com ele os insights sobre o tanto que já escrevi e não publiquei; as vezes em que, ainda adolescente, procurava avidamente conhecer novos sons, novas bandas, novos livros! E conseguia com extrema dificuldade, numa época em que não havia internet e as únicas fontes de informação eram algumas (poucas) revistas compradas com minhas parcas economias de mesada.
    Descobri o som dos Beatles aos dez anos e, aos treze, comecei a escrever. Para mim, música e literatura sempre andaram de mãos bem dadas. Sons, palavras... letras de música, prosa, poesia... transportando-me a uma dimensão em que ninguém podia me alcançar, em que o pensamento voava longe e o coração batia mais forte.
    Em minhas andanças mundo afora e Brasil adentro, já viajei com o intuito exclusivo de conhecer 'os lugares dos livros', como em Amsterdam (casa de Anne Frank), Aïgues-Mortes ("O Jardim do Éden", de Hemingway), Paris (Hemingway, Victor Hugo, Sartre e Simone de Beauvoir, Camus, tantos 'amigos' de longa data vagando pelas ruas), Londres (conhecer as casas de Virginia Woolf e Keats são impagáveis!), dentre outros.
    Saí de casa para ouvir Beethoven na Alemanha, Strauss e Mozart na Áustria, Beatles (sempre, sempre eles!) em Liverpool. Antes da pandemia, começou a mania de percorrer o país para ir aos shows de Raimundo Fagner. Cada segundo dessas buscas valendo mais que tudo!
    Apesar da formação em engenharia, fiz a pós-graduação em Língua Portuguesa e - adivinhem?! Uni palavras e sons também ao escrever minha dissertação sobre Torquato Neto, poeta/letrista denso, profundo, visceral.
    Espero que o blog venha a ser um ponto de encontro em que possa informar sobre eventos, lançamentos de livros e shows; apresentar novos (e não tão novos) músicos, bandas, cantores, autores e seu trabalho e, quem sabe, facilitar a vida de quem tem esses ofícios como alguns dos mais fantásticos e nobres que alguém possa ter. Mãos à obra!